(Fim)
Não houve guerra
nem haverá tréguas.
Tu ganhastes no destino aquilo que perdi por desatino.
Teu sorriso completa
a pergunta cravada em meu peito:
"Por que não eu? Por que Ela?"
Tua voz, qual meu canto
eclodiu n'algum coração pesado
Teu olhar, teu porte mínimo...
Tua face de anjo
tuas asas se abrindo...
Quão existe de mim em tí?
E quanto de tí contemplo em mim...
Um pseudo-idílio,
delicioso martírio.
Enalteço-te a fim de lembrar-me:
Tu és meu ontem
e eu sou o teu amanhã...
Mas, conclamemos
"Quem será o nosso agora?"
(Início)
Espelho


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